Poesias, crônicas, contos e dramaturgia escritas por: Geraldo Bernardo, tendo como cenário o sertão, seus personagens e mitos.


Sousa-PB, 
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O PERIQUITO DE ZEFA

Escrito por : Geraldo Bernardo em sexta-feira, 24 de março de 2017 | 11:15 AM

EM ABRIL você vai conhecer 
O PERIQUITO DE ZEFA

video

"É imagem dolorida
ver um periquito babado
por cobra corre-campo.
Com os ossos quebrados,
as canelas esticadas,
o horror na íris arregalada,

pronto a ser devorado."

ABRINDO-SE PARA MIM.

Escrito por : Geraldo Bernardo em terça-feira, 21 de março de 2017 | 6:59 AM






Domingo fui a Monteiro,
como nordestino que sou.
Ver chegar o Velho Chico
na terra que Pinto cantou.
A multidão vermelho-brasa
deu-me alegria que arrasa
em casa, o jardim deu-me flor.





EM BREVE

Escrito por : Geraldo Bernardo em sexta-feira, 17 de março de 2017 | 8:33 AM



EM ABRIL VOCÊ VAI CONHECER
O PERIQUITO DE ZEFA.





Conheci uma doutora que
desde muito pequenina
estudou ornitologia.
Era Zefa, tinha uma sina.
Devota de São Francisco,
a vida reta feita um risco,
cheia de regras e rotina.
Amar as aves: com ela combina.
Não podia ver um pinto,
pedrês ou gogó de sola.
Segurava e alisava o pinto,
naquilo se deliciava.
Até ser galinha imitava:
enchia de bitoca, o pinto.

Feira na Estação video

Escrito por : Geraldo Bernardo em quarta-feira, 1 de março de 2017 | 3:18 AM

Caçuás ou Eita! Vida de jumento

Escrito por : Geraldo Bernardo em terça-feira, 21 de fevereiro de 2017 | 5:22 PM

ARUPEMBA, O MATUTO BERADEIRO.

Escrito por : Geraldo Bernardo em quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 | 1:41 PM


CD QUE RESGATA A POESIA MATUTA, SEXTILHAS, SETILHAS, PELEJAS ETC. DECLAMADAS PELO PERSONAGEM ARUPEMBA.

TEMÁTICA VARIADA. COM FORTE PRESENÇA DO HUMOR O AUTOR RETRATA DESDE O ANEDOTÁRIO POPULAR ATÉ A QUESTÃO AMBIENTAL.

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APENAS  $5 REAIS A UNIDADE.



RECADO AO FEITOR

Escrito por : Geraldo Bernardo em sábado, 3 de setembro de 2016 | 6:40 AM




Pode vir com seus truques
e ardis maledicentes,
com sua sanha de feitor
agredindo gente inocente.
Mas, jamais vou lhe temer.
Não sou destes de correr
da sua direita doente.

Desde que sou vivente,
nesta terra arrasada,
que brigo com sua gente
que quer a minha explorada.
Desta trilha não vou sair
não penso, jamais, em desistir
de ver sua derrocada.

LAMENTO PROLETÁRIO

Escrito por : Geraldo Bernardo em terça-feira, 30 de agosto de 2016 | 7:39 AM




Como é triste amanhecer
com dúvidas e ansiedade,
pois, falta-lhe o trabalho,
e o mundo é só falsidade.
Não há o que você faça
Pra espantar tanto “reaça”
Nesta vil sociedade.
(GB)


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